2 Comentários


  1. Sou profissional da área de informática há 25 anos e posso afirmar que o diferencial da inovação não quer dizer nada em termos de pirataria. Cursei três faculdades e fiz duas pós graduações, além de vários cursos. Nenhum deles, exceto os específicos para a área de direito e de segurança da informação, mencionou ou teve alguma cadeira destinada à “ser legal”.
    Portanto, falta educação, falta desburocratização, falta honestidade do empresariado.
    Falta educação: isto é estrutural, vem de família e é reforçada na escola e deveria ser reforçada nos cursos superiores;
    falta desburocratização: Tente adquirir um produto Microsoft por exemplo. Até que seja liberada a chave, leva um tempo que geralmente não se tem. Para se entender o tipo de licença a ser adquirida, é necessário consultar um especialista e depois de adquirir o produto, ainda é necessário ficar atento ao prazo de validade e assim por diante;
    falta honestidade do empresariado: Os empresários devem ser os primeiros a impor em suas administrações que não permitem a pirataria, mas, pelo menos no Brasil, não é isso que acontece, sendo genérico naturalmente, muitos desconhecem o que venha a ser pirataria, principalmente pequenos empresários que imaginam que adquirindo um computador, tudo o que precisam está nele.
    Sou da área de suporte e não admito pirataria na empresa. Mas verifico que os técnicos que prestam suporte na área de microinformática vêm do mercado com aptidões à pirataria. A empresa conta com termo de conduta e responsabilidade sobre assuntos ligados à pirataria. Mas posso dizer que isto é devido à uma mais imposição pessoal e embasada.

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  2. Ronaldo Hofmeister

    Olá Jorge, você está corretíssimo, temos que educar nossos consumidores e ensina-los a consumir.

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