Primeiro dia de visitas da Missão Técnica – São Paulo

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Iniciamos as visitas às empresas selecionadas no dia 29/09.  Na foto, os participantes desta missão.

 

CASA SANTA LUZIA 

Iniciamos as nossas visitas pela Casa Santa Luzia, o grupo foi recepcionado pela Juliana e pela Flavia da área  de marketing ,assistimos a um vídeo que conta a história da empresa que foi  fundada em 1926.

Participou também da visita o gerente de RH,  o Vagner que  colocou como seleciona e retém funcionários,  atualmente são 520 funcionários. E sobre a sucessão familiar da Casa Santa Luzia  que se encontra  na quarta geração, mas que incorporou a profissionalização, contratando para alguns cargos de gerência,  profissionais do mercado de trabalho.

A casa é repleta de uma  variedade de produtos, são 29.000 itens,os clientes  também encontram produtos exclusivos. O atendimento por especialistas, pode ser encontrados nos corredores da loja, como especialistas em cervejas e azeite, por exemplo, dão orientações sobre os produtos ao clientes no ato da compra.

O relacionamento com cliente, é um conceito a ser destacado, “ aqui o cliente sente que está no quintal da sua casa”, diz  Flavia . “Evitamos trocar de lugar o produto de lugar,  mesmo com o conceito de gestão por categoria”.

A forma atenciosa e única de atender cada cliente é mantida como uma das grandes e mais importantes heranças dos fundadores. Sempre há um deles  nos corredores da  loja para recepcionar os clientes. “E seguimos a  filosofia de manter uma equipe muito bem treinada”, diz Flavia

A empresa, abriu mais canal de vendas,  oferecendo cestas e alguns produtos dentro da sua variedade  de itens pela sua loja virtual. E para  manter os princípios dos fundadores de oferecer  produtos de qualidade e um atendimento único, a estratégia da empresa é permanecer com um ponto de venda.

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CHILLI BEANS

A loja conceito da Chilli Beans, vai além de uma loja,  com vários projetos inovadores à novas experiência ao cliente, como um palco para apresentações, uma galeria de arte e uma área de customização, onde o cliente cria uma peça única e leva logo em seguida para casa.

Situada na Oscar Freire,  no conceito de fast fashion, a loja oferece mais de 2.500 produtos da marca  e apresenta ainda parcerias inéditas com estilistas e artistas.

Marca brasileira há 17 anos no mercado, oferece em sua loja conceito, onde fomos atendidos pelo subgerente Enrico,  além dos óculos , camisetas, guitarras , bolsas, skates e bicicleta. A grande pimenta na fachada, segundo Enrico representa a entrada no mundo Chilli Beans, no mundo a pimenta, um grande painel de Led na entrada da loja, painéis de interação compõem o visual da loja.

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GALERIA MELISSA

A sensorialidade é  conceito que  pode ser destacado na Galeira Melissa, com o  cheiro característico dos sapatos da marca, onde fomos recepcionado pela Suelen . Além da fachada da loja que mais parece uma galeria de arte.

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A exposição do produtos como se fossem obras de arte é outro destaque da loja, coleções criadas por parceiros com total exclusividade, lançamentos de produtos especiais e exposições ligadas a temas como design, fotografia, moda, beleza e tecnologia, reforça  a identidade  da loja de reunir arte, moda de plastic. A marca  investiu em inovação, lançando recentemente um produto inovador, sapatos que não tem um lado certo, podem ser usados tanto no pé direito quanto esquerdo, “ a cliente, pode comprar, 02, 03 ,04 , 05 sapatos, não precisar comprar pares”, segundo a Suelen.

A marca Melissa nasceu em 1979, quando as sandálias usadas pelos pescadores da Riviera Francesa se revelaram uma ótima inspiração para criar sapatos feitos de plástico e têm o objetivo de ser uma alternativa ao comum para todos os tipos de clientes . O sucesso, desde então, foi enorme, meninas cresceram tendo a Melissa como parte de suas vidas . A marca vem se posicionando como uma peça de moda e design para todos os tipos de público.

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CLIENTE OCULTO na rua Oscar Freire

Em três lojas da Rua Oscar Freire, Riachuelo, Adidas e Havaiana,  o grupo realizou o cliente oculto, uma experiência de avaliação das lojas a partid dos conceitos de varejo como atendimento, layout, comunicção, visual, estímulos sensoriais, conveniência entre outros

 

SHOPPING HIGIENÓPOLIS  – ST MARCHE

O grupo conheceu a loja da St Marche, rede de supermercados de luxo brasileira,  seus conceitos de varejo como visual merchandising, design, experiência e compras e sensorialidades.

 

RAMO URBANO

Inspirada nas máquinas de conveniência, as chamadas vending machines, a empresária e  desginer de flores,  Fátima Casarini, criou a Ramo Urbano que consiste em máquinas para vender flores, com objetivo de levar flores de qualidade e maior  durabilidade ao dia a dia das pessoas. “Um buquê não precisa de um porquê. Foi pensando nisso que resolvemos inovar com uma vending machines só de flores.”

As máquinas são automáticas e  tem opção de seis tipos de buquês,  essas máquinas são as mesmas de comida de bebida, elas foram adaptadas para os buquês, mantendo as flores frescas e refrigeradas.

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O grupo da missão técnica conheceu  uma das máquinas que está localizada no Shopping Higienópolis. E logo após, o grupo foi até o ateliê  da Ramo Urbano, conhecer a história da  empresa , através da própria idealizadora que contou toda a sua trajetória como empresária, como entregou no segmento de  flores, a criação da Flores on line, a sua saída da empresa, até a criação da Ramo Urbano, com as inovadoras máquinas de vender flores. A empresária Fátima Casarini, reforçou a necessidade dos empresários sempre estar pensando em inovar e de ser criativo.

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LE PAIN QUOTIDIEN

Na  LE PAIN QUOTIDIEN , em português “pão cotidiano”,   fomos recebidos pela Luana Rodrigues e  Flávia Lorenzetti, que introduziu um pouco da história da rede belga de padarias.

A grande especialidade da rede,  são os pães artesanais orgânicos, que levam apenas água, sal e farinha orgânica em sua receita, são amassados e moldados à mão e assado em forno de pedra sob o olhar atento de padeiros artesãos. São oferecidos outros produtos, como sobremesas, sucos e refeições, seguindo a linha orgânica e saudável.

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Todas as lojas da rede, seguem  três conceitos  que são as mesas coletivas para estimular socialização, a padronização do layout e a valorização dos ingredientes e da cultura gastronômica local. Assim como toda sua mobília, a mesa comunitária é feita de madeira de demolição vindas diretos da Belga, como as louças que são  utilizadas, xícaras, potes e pratos.

Realizamos uma visita na linha de produção da padaria que abastece as outras três loja da rede.

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FARM

Nossa ultima visita , foi à  loja conceito da Farm, a Harmonia, onde fomos recepcionados pela a Claudia que nos contou sobre a proposta da loja de representar a  essência da moda Rio de Janeiro,  pelos 03 andares da loja. No primeiro andar o clima praiano, com elementos que transmite este clima, desde uma iluminação representando o sol, ao balcão de atendimento as ondas e Cristo Redentor na pintura das paredes. No segundo andar a proposta é representar a extensão de fora, onde o chão dos provadores são de grama sintética e cortinas com tecidos verdes com estampas de plantas.

A  construção da loja é toda ecológica e sustentável , reconhecida  em 2008, com o prêmio Naja. Possui um sistema de reaproveitamento de água e  as plantas naturais estão por toda parte.

O apelo ecológico do projeto do Triptyque, vem de encontro  com o conceito da marca e proporcionou mais que uma loja, e sim, uma verdadeira experiência a quem a visita, uma mistura entre as estampas características da marca e a natureza.

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Finalizamos o nosso dia com a palestra de Dagoberto Hajjar  que iniciou  falando sobre o contexto da economia brasileira, das difuldades que virão para o próximo ano. Apresentou algumas tecnologias  que estão disponíveis e que podem ser  utilizadas pelas empresas do comércio varejista, algumas até de forma gratuita, como blog, facebook, QRCode, entre outros.

A mensagem final deixada pelo Dagoberto aos empresários, foi que um caminho  “para minimizar os impactos previstos  para o próximo ano, será através do uso inteligente da tecnologia  pelas empresas, mas tem que começar agora”.

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